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Normalmente série-documentários não rendem se não tiverem simulação, e as vezes mesmo tendo não nos prendem por causa do ritmo. Mas essa série é diferente, ela nos deixa intrigados do início ao fim, e até deixa um certo ar de tensão.
O bom desse seriado é que se não buscarmos por informações em outras mídias ele nos deixa tirar nossas próprias conclusões durante o passar do tempo; E se procurarmos mais sobre ele, ele nos imersa ainda mais dentro dele. Ver os depoimentos, ver as revelações e ver as reações de certas pessoas envolvidas nos fazem deduzir sobre. E você fica preso nele, por que é algo muito dúbio.
A qualidade de “Making a Murderer” é muito boa, isso é inegável. Tem uma boa direção, um bom argumento e é muito bem editado.
Os depoimentos de cada um nos fazem entender como eles são, como pessoas e como fazem suas ações, isso é algo muito bom já que na maioria das vezes vemos depoimentos da época do crime – 1985 – e durante a década de 1990 e início de 2003, mostrando-nos alguns conflitos em certos diálogos e coisas escondidas.
E o que falar do que a polícia fez com o Steven Avery negando as provas? “Fuck Tha Police”.
O que atrapalhou nesse episódio foram as informações e as pessoas envolvidas, são simplesmente de mais. Você consegue seguir a linha de raciocínio e entender tudo o que acontece, mas é muita coisa para prestar atenção. Não sei como vão ser os próximos episódios, talvez não se sustente, a final temos mais 9 horas por vir e o primeiro episódio já entregou de mais, talvez se torne cansativa.
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