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Menineeee, que texto primorose
Você acertou na veia, mona
Fiz até um relato aqui para contribuir. Dá uma olhadinha nesses países amados pela militância.
Lê até o final que cultura e geopolítica não fazem mal a ninguém.
Coreia do Norte é um dos países mais fechados do mundo, onde as mulheres enfrentam uma repressão brutal. Embora o governo norte-coreano afirme garantir a igualdade de gênero, na prática, as mulheres são fortemente controladas e submetidas a um rígido sistema patriarcal. A liberdade de expressão é praticamente inexistente, e qualquer comportamento que seja visto como desvio das normas estabelecidas pode levar a severas punições. Além disso, relatos sobre abuso sexual, violência doméstica e tráfico de mulheres para a China indicam que as mulheres sofrem ainda mais nas camadas mais vulneráveis da sociedade norte-coreana.
Cuba, apesar de ser retratada por alguns lunáticos como progressista em termos de saúde e educação para mulheres, não escapa de um contexto de repressão. Embora a igualdade de gênero seja oficialmente defendida pelo governo, as mulheres que se opõem ao regime enfrentam assédio, perseguição e prisões arbitrárias. Ativistas femininas são frequentemente silenciadas, e a censura restringe o debate público sobre questões como violência de gênero, reforçando o controle estatal sobre a vida cotidiana.
Na Venezuela, a crise econômica e política exacerbou as dificuldades enfrentadas pelas mulheres. O governo, sob Nicolás Maduro, tem sido acusado de suprimir vozes dissidentes, incluindo as de mulheres que tentam organizar movimentos de protesto ou que buscam proteger os direitos femininos. Além disso, a escassez de recursos básicos, como produtos de higiene e cuidados médicos, afeta diretamente as mulheres, que sofrem as consequências mais severas da instabilidade do país.
O Irã impõe severas restrições às mulheres por meio de leis religiosas e sociais rigorosas. Sob o regime teocrático, as mulheres enfrentam regras opressivas, como o uso obrigatório do hijab e a segregação de gênero em muitos aspectos da vida pública. Qualquer tentativa de protestar contra essas imposições resulta em prisões, violência e perseguições. As mulheres que defendem seus direitos frequentemente enfrentam duras retaliações do governo, incluindo longas sentenças de prisão, tortura e até execuções.
Na China, o governo promoveu políticas que, por um lado, proporcionaram avanços no acesso das mulheres à educação e ao mercado de trabalho, mas, por outro, mantém um rígido controle sobre suas vidas. A repressão se manifesta em práticas como esterilizações forçadas, especialmente entre minorias étnicas, como os uigures. A censura e a falta de liberdade de expressão também impedem que as mulheres discutam ou lutem por seus direitos. Mulheres ativistas ou feministas enfrentam detenções e intimidações por parte das autoridades chinesas, que veem qualquer forma de ativismo como uma ameaça ao controle do Estado.
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