Exibido em: 11-Jun-2020
Ultima edição: Isadora Oliveira | Editar minissinopse |
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a Darby era tão imatura, sem graça e insegura no inicio, foi gratificante ver o amadurecimento dela
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O que foi a cena deles fazendo o treinamento do sono com o bebê? Hahahaha Coitado.
A vida da gente é tão louca, tantas pessoas passam pela nossa vida (ou nem tantas assim), seria interessante ver a vida da gente assim em alguns episódios e ver tudo que aconteceu conosco. E olha só o que acontece em apenas um dia: TUDO (ou coisa nenhuma e a gente fica na cama num dia frio assistindo um término de uma temporada de uma série aí).
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"darby didn't know it yet, but this was her person and would be for what remained of her days. she would later realize that this particular moment was contrary to many of her expectations. for instance, she didn't suddenly feel like a whole new person, at long last fixed by the perfect partner. walking beside grant, she didn't feel fireworks or hear some loud marching band announcing itself like, "here it is. here's love." instead, it was quiet and calming and still. finally, darby had stopped wondering whether or not she was worth loving and simply cracked herself open. simply cracked her whole life open. after all, it wasn't just hers anymore." eu to em prantos ❤️
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"Se for pra pensar que temos que ser perfeitos antes de nos apaixonarmos a raça humana seria extinta."
Essa frase definiu esse episódio! Esse final foi maravilhoso. A série tentou mostrar, através da Darby, que a vida não segue o cronograma que queremos. Pensamos em crescer, entrar em um emprego perfeito, conhecer a pessoa certa e nos casarmos e termos filhos (pelo menos é o planejamento da maioria) e a vida seguir como a gente queria, mas ninguém perfeito e muito menos a vida. Darby mostrou que mesmo que as coisas sejam diferentes podemos tirar coisas boas disso. Ela conheceu a pessoa que achava ser perfeita e não ficaram juntos. Conheceu outra e se casou, mas não funcionou. Depois de muitos relacionamentos, teve um filho com a primeira pessoa e foi mãe solteira. No meio de tudo isso consertou o relacionamento com a mãe e passou a pensar mais nela e nos objetivos. Ela aprendeu que o AMOR não precisa de explosões para acontecer. Que ele chega de mansinho e tudo na vida se acerta no seu TEMPO. No final ela foi feliz, mas não do jeito que pensou alguns anos atrás. Foi feliz do jeito que a vida levou, aprendeu a viver e a entender que a vida não é perfeita, mas é no meio das imperfeições que nos ajustamos e somos felizes.
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Confesso que eu achei mó estranho como ela conheceu o cara e já tava falando totalmente sem filtro com ele kkkk mas depois dessa explicação aqui:
"She didn't suddenly feel like a whole new person, at long last fixed by the perfect partner. (...) she didn't feel fireworks, or hear some loud marching band announcing itself like 'Here it is, here's love!' Instead, it was quiet and calming and still". Foi tudo o que eu precisava. Eu tive uma discussão recentemente com uns amigos sobre isso: precisamos mesmo desse amor hollywoodiano que parece que vc não vai viver sem a pessoa? ou faz sentido aceitar uma relação tranquila sem fireworks/sem esse spark, mas que funciona? Gostei que essa série nos mostrou um final não tão 'caralho que casal perfeito alma gêmea' igual tantas comédias românticas. E essa frase do Grant também foi perfeita e real: "Se for pra pensar que temos que ser perfeitos antes de nos apaixonarmos a raça humana seria extinta." E sem contar que foi visível como a Darby amadureceu nesses dez episódios, ela era super dependente emocionalmente no início, mas virou uma adulta forte e madura. Eu amei! E btw: Sara do nada casando? kkkkkkkk a
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