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Nossa, gente... Eu tô realmente chocado com essas reviravoltas. Lá no segundo episódio, eu tinha até cogitado a possibilidade de Taylor ser gay e não ter sido realmente estuprado, mas aí deixei a ideia completamente de lado uma vez que ele estava se mostrando traumatizado e com dificuldades de falar sobre o assunto. Algo “natural”, pra quem sofreu algum tipo de abuso.
Quase caí pra trás quando Eric contou a sua parte da história. WOW. Taylor realmente foi à festa para transar com um menino. E Eric afirma que não fez nada que Taylor não tenha desejado. PQP. Quero só ver os rumos que essa história vai tomar agora, já que um vai acusar o outro, né. Uma vez que Taylor foi drogado e etc.
Preciso ressaltar, também, a FANTÁSTICA cena final entre Anne e Taylor. GENTE! Sem dúvida alguma, um dos momentos mais intensos da TV em 2016 até agora. Lili Taylor em uma atuação monstruosa, e Connor Jessup não fica muito atrás, dominando muito bem todo o drama do personagem. O elenco jovem da temporada realmente está se sobressaindo.
Adorei a sutileza do roteiro ao revelar a diferença entre a quantidade de alunos das duas escolas que são cenários. Enquanto a adorável Leslie precisa lidar com um grupo total de pouco mais de 500 alunos, o diretor da escola pública precisa dar conta de 2000. Leslie é impressionante. Ela fala com uma leveza, com uma calma sobre o assunto do estupro. Sempre visando no bem da escola. Olha...
E já não tenho palavras para a ignorância da Evy. O tratamento que deu ao pai do Eric, que foi apenas tratar de uma “união”... WOW.
Temporada maravilhosa.
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