Exibido em: 05-Abr-2018
Ultima edição: Artur | Editar minissinopse |
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MORRI DE MEDO O EPISÓDIO INTEIRO.
CHOCADA COM A ATUAÇÃO DO DONALD GLOVER NESSE EPISÓDIO. É UM EMMY NA HORA. JOGA O EMMY NA CARA DELE. AINDA NÃO PAREI DE TREMER. QUE EPISÓDIO ABSURDO DE FODA.
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Achei esse um dos melhores episódios da série inteira. É impressionante como o texto do Donald Glover fica cada vez melhor e mais sombrio, os elementos aqui de comédia com horror é genial. Um dos destaques do episódio foi o Teddy, no primeiro instante chamou minha atenção com sua bizarrice e se tornou um dos personagens mais medonhos que já vi, o outro foi o Darius (Lakeith Stanfield) que entregou uma performance excelente, bastante real e emocional, além dos dois, a conversa tida com Paper Boi no drive-thru foi hilária.
Senti que teve uma vibe bem 'Get Out' aqui e ademais, acho que é claro que aqui há uma ligação forte entre a história de Teddy com a do Michael Jackson, a conexão com a indústria musical e os problemas com o pai principalmente. Benny e Teddy se deram ''bem'' na vida, mas definitivamente não estavam felizes, através da rigidez e de sacrifícios que tomaram, é perceptível a perda da empatia e da humanidade, e isso acabou levando Benny a matar tanto Teddy quanto ele mesmo. E uma das falas de Darius dita à Teddy é perfeita, ''Nem todas as grandes coisas vêm de grande dor. Às vezes é do amor'', e no final a música 'Evil' de Stevie Wonder é tocada e se encaixa perfeitamente com o contexto do episódio. Sufocante, engraçado e profundo. Amei Teddy/Benny representam pessoas que chegaram ao sucesso (coisa que Darius e seus amigos anseiam) através da dor, e não do amor. Entendi que o episódio quis passar que, dependendo do fator motivacional que você tem para alcançar algo, isso pode te levar a destruição, que foi o caso dos dois. (Ou talvez um? está rolando uma teoria de que Teddy/Benny são a mesma pessoa.) Ah e o tema principal da temporada, acho que para algumas pessoas não está claro ainda, é a 'Robbin Season', em Atlanta, isso representa um aumento gigantes de roubos. E podemos relacionar esses roubos com cada episódio desta temporada, e não necessáriamente roubo de objetos/dinheiro, como também sentimentos/momentos. Achei um tweet (em inglês) que liga perfeitamente bem o tema da temporada com os episódios. ''@rileywrittens 2x01. Mrs. Winners was robbed. 2x02. Paperboi was robbed. 2x03. Earn was robbed by strip club finesse 2x04. Earn & Van robbed of a true love relationship 2x05. Paperboi robbed of his time, patience & a permanent barber. 2x06. Darius was robbed of a piano. Teddy was robbed of his childhood'' PS : Estão dizendo que foi o Donald Glover que interpretou Teddy, se realmente for ele, fizeram um PUTA trabalho de maquiagem e Donald se incorporou tanto no personagem que nem notei que era ele, incrível.
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Episódio sensacional! "Eu quero que essa ala do museu seja dedicada a grandes pais, meu pai, Joe Jackson.." é aquele tipo de quote que deixa a boca ácida de tão amarga que é. O Teddy gritou o Michael Jackson pra mim o tempo inteiro desde a primeira cena, e como a ficção consegue ser tão cruel e assustadora quanto a realidade. E a citação do pai do Marvin Gaye? Pra quem não sabe, o Marvin Gaye foi morto pelo próprio pai, tiro de uma arma calibre 38, dada de presente por ele mesmo para o pai, Marvin Gaye Sr, os dois tinham um relacionamento conturbado.
"O pai que leva o Emilio Estevez em O Clube dos Cinco" - tem uma cena no filme que o personagem do Emilio, o Andrew, diz que gostava de torturar os meninos no colégio porque achava que com isso o pai dele o acharia legal, que assim não iria desapontá-lo, já que ele rejeitava qualquer tipo de fraqueza. Então, pra ele, zoar com os "frangotes" na escola era uma forma de se rearfirmar para o pai, mesmo que fosse humilhando alguém. No final da cena, ele ainda diz "tudo acaba sendo sobre eu e meu pai, e eu o odeio, ele é como um robô sem cérebro que não consigo me relacionar, um filho da puta". Isso sem falar no Donald como Teddy, incrível e de arrepiar. Os detalhes do boné do Darius "U Mad", o fato do manequim no sótão ser branco e sem rosto, a mistura que ele faz de horror com suspense, e uma certa brutalidade 'cômica'. Li uma review num site que colocava o Darius como uma espécie de metáfora do público, que enaltece a música mas ignora o artista por trás dela, o relegando à solidão, isolamento, querendo apenas "pegar o piano e cair fora", um público que se vê assustado com um ídolo que um dia venerou. Pra mim, fez muito sentido.
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Eu não sabia se eu ria ou ficava com medo desse cara. Surreal !!
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CREEPY AS FUCK
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