Exibido em: 07-Nov-2016
Ultima edição: leticia | Editar minissinopse |
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Adoro a forma que encadeiam as ideias do filósofo do episódio à vida pessoal dos personagens, e esse era o episódio que eu mais estava ansioso, por abordar a psicanálise. Achei muito bacana finalmente trazerem a revelação sobre o Oliver, ele finalmente colocou pra fora o que o inconsciente dele estava acusando no comportamento hehe e achei muito engra a parte que o Merlí explica complexo de Édipo e fica olhando pro Pol hahaha.
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PAREM ESSE PLOT DO POL COM A MÃE DO IVÁN EM NOME DE JESUS
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Eu não acho errado usarem o Joan pra mostrar como é preocupante e danoso esse comportamento possessivo, até porque até a pessoa mais tímida e fofa pode se revelar abusiva, mas eu tô com a sensação de que não fizeram o básico nessa história: a construção de uma transição, sabe? A gente tinha que sentir que tava acompanhando o desenvolvimento desse comportamento, desde a causa dele. Ele mudou do vinho para a água suja e ninguém teve a oportunidade de entender como e porquê. Achei bizarro!
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Esse plot Joan/Mônica/Gerard is boring.
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E no episódio de Freud, Oliver passa por uma experiência catártica que foi construída desde o primeiro momento que ele apareceu. E Pol procura o afeto da mãe no relacionamento atual.
Tudo mto bonitinho, sim
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