Exibido em: 16-Jul-2016
Ultima edição: Hérica Fontenele | Editar minissinopse |
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Uma coisa que eu amo muito nessa série são as mulheres. Apesar de poucas serem recorrentes - o que é compreensível devido ao período histórico - sempre são tratadas com complexidade. Tem muito escritor por aí que precisa aprender que "mulher forte" não quer dizer mulher que chuta bundas, mas sim papeis que representem profundidade e não uma mera figuração para alavancar mais os homens de suas séries. Aqui temos a Rainha Anne, temos Constance, temos Milady, que apesar de terem subtramas movidas por seus relacionamentos não são o ponto principal de seus personagens. Na temporada passada tivemos um grupo de mulheres que procurava educação (se não me engano, faz tempo que assisti), com esse episódio, tivemos mulheres autossuficientes.
Acho bacana e queria que The Musketeers fosse mais reconhecida, até mesmo pra poder levantar mais questões como essas. Não queria que acabasse, mas é aquele ditado, né?
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The Musketeers é patroa em trazer mulheres maravilhosas com plots diversos ♥
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Porthos é um amorzinho, o jeito que ele protege/ajuda as pessoas 💜
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Concordo plenamente. As mulheres dessa série se destacam por diversos pontos e isso as tornas tão incríveis individualmente. Achei legal a reação do Porthos ao ver a vila delas. Ele realmente sempre tenta ajudar quem precisa.
O que eu mais to achando engraçado é que todos os "casos semanais" estão interligados ao plot principal de algum modo.
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LOUIS: Queens have been beheaded for less.
TREVILLE: And yet no king has been beheaded for such a crime.
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