Exibido em: 07-Mar-2013
Ultima edição: madh | Editar minissinopse |
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"we always thought josh was gay"
"josh is gay, i'm his boyfriend" "surpriiiise" não consigo acreditar que esses episódios tem 30 minutos.
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Já estava amando Peg neste diálogo:
"The doctor says I'm not supposed to drink" "Well, how is someone supposed to stop being depressed if they can't drink?!" Depois do discurso na igreja... I'm all in for Aunt Peg!
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"Does your mother know about this?"
"No." "Well, I guess I'll be seeing you in church, then." Só eu morri de rir com isso? E eu achei tão lindo a discurso da Tia Peggy na igreja. Queria que o mundo pensasse assim. <3 Nunca vi uma "saída do armário" tão pacífica.
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A sequência da lavagem de carro foi hilariamente embaraçante. hahaha
Acho que esse episódio deixou bem claro qual o objetivo da série: não mostrar o homossexuais como alvo de pena ou qualquer outro sentimento depredativo, mas sim evidenciar que são indivíduos que só buscam o mínimo de igualdade - tudo bem, o conceito de igualdade é retrógrado e até falho, mas vai assim mesmo. Muitos, nos dois primeiros episódios, falaram exaustivamanete sobre o fato de o Josh ser mais velho e isso passar certa irrealidade em relação ao fato de ele ainda esconder da sociedade a sua homossexualidade, mesmo sendo evidente. Mas ai é que tá a mágica: Please Like Me levou ao extremo algumas situações cotidianas para mostrar o absurdo das relações ou tratamentos sociais nesse tipo de situação. O Josh obviamente viveu num círculo social que fomenta a homofobia de forma tão arraigada que jamais conseguiu se aceitar, mesmo sabendo que era gay - e mesmo isso sendo vidente nos seus trejeitos. Esse personagem é um produto hiperrealizado de uma sociedade preconceituosa, incapaz de aceitar a imutabilidade do ser gay.
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My Mad Fat Diary australiana. *-*
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