Exibido em: 30-Abr-2003
Ultima edição: Bruna Rodrigues | Editar minissinopse |
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Eu adoro quando eles entram nesses assuntos de se envolver com outras culturas de espécies, eu entendo o lado do capitão e do Trip, mas nessas horas não dá pra meter o nariz e querer mudar as coisas, é muito complexo esses assuntos.
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Este é realmente um episódio excelente. Tive outros insights da primeira vez que vi (me irritei com o Archer). Por isso, a beleza de poder rever.
Vi como um comentário tanto sobre a desigualdade de gênero quanto sobre a falsidade do absolutismo moral, que é praticamente o motivo para dar um passo atrás e não interferir em outras culturas ... ou situações (principalmente quando você não tem um pouco de conhecimento sobre apenas a sua própria justiça moral). Por exemplo, talvez eles não sejam vistos como escravos, talvez eles tenham escolhido há muito tempo servir sua cultura dessa forma. Mas uma coisa é conhecida, em 3% da população, perder até mesmo um Cogenitor tem um grande impacto em sua capacidade de se reproduzir não apenas como um casal, mas como um povo. Ao mesmo tempo que tudo isso, eles deixaram claro que só porque há uma aparência de desigualdade de tratamento, as pessoas tratadas de maneira diferente podem ser tão capazes quanto você em quase tudo. Talvez ainda mais. É um dilema moral difícil. Não apenas, nós, como espectadores julgando outra cultura sem qualquer contexto histórico ou mais amplo, mas Trip tendo que lutar contra seus deveres com sua ética, e Archer lutando contra seus deveres como capitão vs como embaixador vs como alguém a quem foi pedido asilo.
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O Conto da Aia versão Star Trek. O mais interessante desse episódio - que junto com o anterior, deve ser o meu favorito do seriado - é que dá para entender perfeitamente as motivações de Trip e ainda perceber o erro nelas. A história da humanidade e permeada com pessoas sendo oprimidas e inclusive colocadas em posição de servidão contra a vontade delas. Logo, é natural que deparada com uma situação como a de Trip aqui, a maioria das pessoas - pelo menos as com mínima noção de empatia - pensaria que os cogenitores precisavam ser salvos. O ideal de liberdade sempre prevalece e deve ser defendido.
O problema é que os Vissianos não são humanos. A cultura deles não é humana. Não cabe a humanos dizer se eles estão corretos ou não porque os valores humanos não são o centro do universo - não o estabelecido pelo seriado. O final é amargo, mas trás uma ideia de consequência a ações irresponsáveis muito boa. Aos poucos se vê a série caminhando para estabelecer a Primeira Diretriz, ou pelo menos a justificar para o público.
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Sem dúvida um dos melhores episódios até aqui! Cara, não acreditei no que houve no final! Mas faz a gente refletir né, como sempre uma extrapolação da nossa realidade. Se você dá liberdade, conhecimento a alguém que não sabia o que era isso, como vai trancafiar essa pessoa novamente?
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Episódio muito bom e cheio de reflexão. O final foi chocante demais e melancólico.
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