Exibido em: 27-Mai-2016
Ultima edição: Roberta Satler | Editar minissinopse |
![]() |
Triste é ver gente mais preocupada com o inglês do cara do que com o talento e a representatividade que ele traz pro nosso país.
|
![]() ![]() ![]() |
![]() |
Quase todos os chefs narram em inglês, mesmo não sendo sua língua nativa, pq vcs só tão reclamando desse?
|
![]() ![]() ![]() |
![]() |
Admito que senti medo de toda a questão da nacionalidade e já da minha empatia pelo Chef Alex Atala influir na nota que eu daria para o episódio, mas ainda bem que isso não foi o que ocorreu.
O episódio é profundo e continua a trilhar a mesma excelência dos episódios anteriores, uma sequência não tanto cronológica mas em síntese com a mensagem passada pela série, minha cozinha, meus pratos e minha história. Simplesmente isso. Ao decorrer do episódio percebemos que embora o Atala falasse um inglês com um sotaque ligeiramente carregado ele conseguiu de fato passar a mensagem que queria. Quem se decepcionou com o episódio justamente pela forma a qual ele foi disposto nas legendas ou no meio de falar dele simplesmente não entendeu a total essência do trabalho do Alex. É muito bonito termos alguém como o chef Atala para representar o Brasil dessa maneira lá fora e o episódio acabou por ilustra-lo de maneira emocionante, simples e brilhante. Parabéns à Netflix!
|
![]() ![]() ![]() |
![]() |
Que sequência linda da tapioca sendo feita na Amazônia e na cozinha do Atala!
Orgulho do nosso Brasil sendo representado assim, do jeito que deve ser, pela nossa natureza
|
![]() ![]() ![]() |
![]() |
Achei um bom inglês, só tem sotaque carregado. E creio que se você acha que sotaque é algo de que se envergonhar, você deveria rever esse episódio com um pouco mais de abertura ao efeito estético dele.
De longe o melhor episódio da série.
|
![]() ![]() ![]() |